Esse blog é uma verdadeira caixa de retalhos, escrevo tudo o que quero, lê quem quiser e comenta quem acha alguma coisa.

sábado, 25 de abril de 2009

Soltando o verbo

Uma das coisas que mais me movem a escrever no blog é a indignação. Já tenho fama de chata, cri-cri, reclamona e por aí vai nas minhas relações de amizade, pois estou sempre questionando tudo e não me contento com as coisas, ou seja, não nasci para ser gado (ô vida de gado, povo marcado, povo feliz). Não, isso não é para mim, não tenho culpa se a minha mãe não me ensinou a ser uma vaquinha de presépio e aceitar tudo o que os outros falam de cabeça baixa.
Óbvio que isso já me rendeu alguns percalços nessa vida, mas um dia eu aprendo a não se expor tanto assim.
Mas enquanto eu não aprendo venho aqui falar na minha idignação, mais uma vez.
Marcamos (nossa turma de segundo grau) uma janta para hoje a noite, com um mês de antecedência. Como já é de praxe, iniciamos uma lista de e-mails e todos respondem a todos e as combinações vão acontecendo. A lista tem 12 pessoas, mas a janta terá no máximo seis pessoas. Porque? Alguns com desculpas absolutamente plausíveis, como filho recém-nascido e talz, mas outros apenas enrolam e não dizem, conclusão a que chego?
As onças (namoradas/noivas/esposas) não liberam para ir!
Gente, que absurdo!
Dessas seis pessoas terá 4 mulheres e 2 homens, se for diferente eu venho contar depois.
Já combinamos que das próximas vezes será festa das Luluzinhas e eles que se explodam, estão tudo no cabresto mesmo!
Aahahahah!

4 comentários:

Fernanda disse...

Talvez essa tenha sido a mais divertida das jantas da turma, então azar dos que não foram, aqueles que tem nenê pequeno estamos esperando para a próxima janta.O restante que não se governan, ou apenas não fazem questão de nossa compania, não precisam dar desculpas apenas peçam para não receberem o email.
Todos os pedidos serão prontamente atendidos.
E as fotos da última janta estaram disponíveis a todos, mas os maravilhosos vídeos, apenas para os interessados (e confirmados) para a próxima janta.]


Abraço

Ernani Netto disse...

O complicado é ter namoro desse jeito possessivo. Acho ridículo!

Eu namoro, minha namorada mora em outra cidade e não nos vemos sempre, e mesmo assim podemos sair e contamos onde vamos e o que fazemos! Isso é cumplicidade e confiança!

Bjaum

Fabi disse...

Só sei que quem não foi perdeu!

Marco Y disse...

A velha síndrome dos amores mal resolvidos... Isto afeta tanto homens qto mulheres....rs