Esse blog é uma verdadeira caixa de retalhos, escrevo tudo o que quero, lê quem quiser e comenta quem acha alguma coisa.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Formatura

Amanhã é minha formatura e estou muito feliz com essa realização!
Tomara que seja tudo perfeito, e assim que eu me recuperar da imensa dose de alegria eu venho aqui contar como foi tudo!

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Seu apartamento é Feliz? - Martha Medeiros

O texto abaixo foi publicado em Zero Hora - 24/01/2010 e a autoria do mesmo pertence a Martha Medeiros, apenas reproduzo.

Dia desses fui acompanhar uma amiga que estava procurando um apartamento para comprar. Ela selecionou cinco imóveis para visitar, todos ainda ocupados por seus donos, e pediu que eu fosse com ela dar uma olhada. Minha amiga, claro, estava interessada em avaliar o tamanho das peças, o estado de conservação do prédio, a orientação solar, a vizinhança. Já eu, que estava ali de graça, fiquei observando o jeito que as pessoas moram.
Li em algum lugar que há uma regra de decoração que merece ser obedecida: para ode quem que se olhe, deve haver algo que nos faça feliz. O referido é verdade e dou fé. Não existe um único objeto da minha casa que não me faça feliz, pelas mais variadas
razões: ou porque esse objeto me lembra de uma viagem, ou porque foi um presente de uma pessoa bacana, ou porque está comigo desde muitos endereços atrás, ou porque me faz reviver o momento em que o comprei, ou simplesmente porque é algo divertido e descompromissado, sem qualquer função prática a não ser agradar os olhos.
Essa regra não tem nada a ver com elitismo. Pessoas riquíssimas podem viver em palácios totalmente impessoais, aristocráticos e maçantes com suas torneiras de ouro, quadros soturnos e enfeites arrematados em leilões. São locais classudos, sem dúvida, e que devem fazer seus monarcas felizes, mas eu não conseguiria morar num lugar em que eu não me sentisse à vontade para colocar os pés em cima da mesinha de centro.
A beleza de uma sala, de um quarto ou de uma cozinha não está no valor gasto para decorá-los, e sim na intenção do proprietário em dar a esses ambientes uma cara que traduza o espírito de quem ali vive. E é isso que me espantou nas várias visitas que fizemos: a total falta de espírito festivo daqueles moradores. gente que se conforma em ter um sofá, duas poltronas, uma tevê e um arranjo medonho em cima da mesa, e não se fala mais nisso. Onde é que estão os objetos que os fazem felizes? Sei que a felicidade não exige isso, mas para que ser tão franciscano? Um estímulo visual torna o ambiente mais vivo e aconchegante, e isso pode existir em cabanas no meio do mato e em casinhas de pescadores que, aliás, transpiram mais felicidade do que qualquer apê cinco estrelas. Mas grande parte das pessoas não está interessada em se informar e em investir na beleza das coisas simples. E quando tentam, erram feio, reproduzindo em suas casas aquele estilo showroon de megaloja que só vende móveis laqueados e forrados com produtos sintéticos, tudo metido a chique, o suprassumo da falta de gosto. Onde o toque da natureza? Madeira, plantas, flores, tecidos crus e, principalmente onde o bom humor? Como ser feliz numa casa que se leva a sério?
Não me recrimine, estou apenas passando adiante o que li: pra onde quer que se olhe, é preciso alguma coisa que nos deixe feliz. Se você está na sua casa agora, consegue ter seu prazer despertado pelo que lhe cerca? Ou sua casa é um cativeiro com conforto necessário e fim?
Minha amiga ainda não encontrou seu novo lar, mas segue procurando, só que agora está visitando, de preferência, imóveis já desabitados, vazios, onde ela possa avaliar não só o tamanho das peças, a orientação solar, o estado de conservação, mas também o potencial de alegria que os ex-moradores não souberam explorar.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Saudades...


Quando eu era mais nova jamais me imaginava casa, dizia que casar era coisa para louco, enfim, casar não casei, mas tenho uma relação estável há 7 anos, namorei por 4 meses e fomos morar juntos. Estamos juntos há 7 anos.
Agora, ele mora em outra cidade por conta de um novo trabalho, ainda não me mudei e tô pirando aqui sozinha. Juro que jamais imaginei que alguém fizesse tanta falta na minha vida. Não sou de sentir saudades de qualquer pessoa, posso ficar tempos sem falar com amigas minhas, elas reclamam que eu não ligo, mas muitas vezes o dia-a-dia faz isso com a gente, esquecemos de dar atenção aos que amamos.
Mas agora vejo a falta que ele me faz quando fico esperando a ligação dele a noite e o quanto fiquei triste quando precisei ir embora no final de semana que fui visitá-lo na cidade onde ele está. Mesma sensação experimentada na época em que namorávamos e ele me levava para casa depois de termos passado o final de semana juntos!
Não vejo a hora de morarmos juntos novamente!
Saudade doi demais...

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

2010 - Menos lixo na praia por favor!

A falta de educação tempo me impediu de vir aqui no Blog e dar todos aqueles comprimentos chatos tracidionais de boas festas blá, blá, blá Wiskas Sachet então depois de uns dias eu arrumo ânimo tempo para vir escrever...
Bem, o que posso contar das Festas? O Natal quase que não emplaca, o clima estava muito estranho, foi o primeiro Natal sem meu sogro, foi muito estranho, mas depois no amigo secreto o pessoal embalou e a festa ficou animada, mas no outro dia eu tinha a sensação de que o Natal ainda não tinha passado.
Já no almoço da casa da minha mãe o clima era totalmente diferente, o pessoal tava bem animado, demos muitas risadas, ouvimos música, suamos pra caramba no calor infernal de Nóia City, mas enfim, foi divertido!
O Ano Novo também foi entranho e olha que dessa festa eu gosto!
Estávamos na praia e choveu na noite do dia 31/12, então nem fomos à beira mar e eu nem joguei minhas rosas brancas no mar como faço todos os anos, fiquei pensando na poluição que é o povo todo jogando tralhas no mar...Imagem retirada do Blog: http://riodasostras.fot.br/

Aliás, eu salvei pelo menos umas três tartarugas de engolir pedaços de plástico!
Em quase todos os banhos de mar que eu tomei nesses dias em que fiquei na praia, eu tirei algo de dentro da água. Pedaços de plástico de picolé (2), garrafa de H2O (1)!
Como é que pode? Zé Povinho não aprende mesmo! O que custa levar para casa o lixo que produziu na areia da praia?