Esse blog é uma verdadeira caixa de retalhos, escrevo tudo o que quero, lê quem quiser e comenta quem acha alguma coisa.

domingo, 16 de maio de 2010

Bárbara Paz - Saia Mega Justa!

Estava assistindo hoje no Fautão a entrevista com a Bárbara Paz e achei muito chata a situação que ela ficou no programa, acho que a equipe deveria ter filtrado as coisas que a família falou dela. Tenho visto a vários quadros semelhantes e em todos eles a famílila fala coisas importantes, legais e emocionantes.
Mas as irmãs da Bárbara não pouparam críticas a ela. Não interessa o que aconteceu no passado, quando você dá um depoimento para a TV, isso fica gravado, elas poderiam ter explicitado o lado positivo e não colocado todo seu rancor e mágoa em rede nacional. Nossa, eu ia odiar que fizessem lavagem de roupa suja em rede nacional, se não tem nada de bom para falar de mim, não fala nada!
Mas eu acho que o lance ali é de inveja mesmo, as irmãs sentem inveja da irmã famosa, que alçou voo e foi para longe. E devem ter aquela imagem que todos temos de quem aparece na TV não tem problemas de grana, tem muito tempo livre e pode passar o tempo todo só descansando. É uma imagem idealizada, a irmã famosa tem que pagar nossas contas todas, ligar todo dia para cada membro da família e ainda mandar presenes mil.
Fiquei mega chateada com a entrevista, gosto dela, é quase minha conterrânea, já que Campo Bom é vizinha de Novo Hamburgo. Seja como for, mesmo que tudo o que elas falaram seja verdade, elas poderiam ter sido mais generosas com a irmã, em especial a irmã que falou por último, pois as outras reconheceram que errara, pediram desculpas, mas a última que falou apenas destilou o veneno para cima da Bárbara que tratou de colocar panos quentes na saia justa.
Nossa, péssimo isso!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Poema de Homenagem às Mães


Homenagem às Mães

Quisera ter a ciência
Pra cantar em poesia.
Mas me falta conhecimento
Assim como experiência,
Da métrica e da rima
Com se faz a melodia,
Que segue lista o choro da prima.

Quisera ter a ciência,
Para engendrar em poesia,
As idéias e pensamentos
Em compassada métrica,
Das odes e líricos sonetos.
Quisera ter a ciência,
Pra poder cantar em poesia,
O que se entende por magia,
Que vem contida, escondida
No coração de uma Mãe.
De poder desvendar,
Para poder com mais calor,
Num abraço demonstrar
De um filho seu amor.


Ah! Se eu pudesse,
Dar de mim toda a ternura
Para entregá-la em favor
De uma Mãe seu amor.
Oh! Quão feliz eu seria
De andar sempre a porfia
Ao lado de minha Mãe.
Então sim compreenderia
O porquê do seu sorriso,
Ainda que em sofrimento.

Oh! Como não temos memória.
Não lembramos com constância.
Dos tempos da nossa infância,
Tempo de luta e cuidados
Que a Mãe dedica ao filho.
Parece que tem um anilho,
Que a prende firmemente
Ao seu pequeno rebento,
Sem choros e sem lamentos,
Num cuidado tão especial.

Oremos ao Pai Celeste,
Que das alturas do céu,
Vigia as Mães deste mundo.
Elevemos a Deus nossas preces
Pra que Ele sempre esparja
Para as Mães suas benesses.
Que conceda a todas elas,
Os enlevos de seus filhos,
Pra que possam, neste mundo,
Gozar tranqüila as delícias
Do conforto filial.

 Autoria do meu querido tio Elomar Adão Magrinelli Johansson

sábado, 8 de maio de 2010

Para a minha Mãe!

Mãe não é aquela que dá tudo o que o filho pede, mas sim,, aquela que mostra o verdadeiro valor de cada pequena coisa...
Lembro-me da minha infância, éramos uma família que vivia num minúsculo apartamento no centro da cidade, financiado em milhares de vezes e que ambos pais trabalhavam para poder dar o mínimo para a família, e poder pagar as contas do mês.
Era uma época muito difícil de alta inflação, os preços mudavam quase que diariamente e o salário não...
Quando tinha uma boa promoção no mercado se fazia estoque, havia o rancho do mês, pois dali uma semana, tudo estaria bem mais caro.
Mas havia as pequenas alegrias... Minha mãe ia regularmente até Porto Alegre e sempre esperávamos ansiosamente seu retorno, pois ela sempre trazia alguma coisa, uma bobagenzinha que criança tanto gosta.
Quando éramos menores, eram os livrinhos de pintar e fazer atividades, depois, mais tarde, quando isso já não tinha mais nenhuma utilidade, ganhávamos uma roupa...
Nessa época, iogurte era presente, quando eu ia no mercado com meus avós, eles compravam um potinho para mim, e eu saboreava como se fosse um manjar dos deuses...
Pode até ser saudosismo, mas acho que naquela época as crianças davam mais valor às pequenas coisas... Tudo era muito batalhado, brincávamos mais com pequenas coisas, construíamos nossos brinquedos com nossa imaginação. 
Também os pais e mães tinham muito mais autoridade, um não era não, mas era muito bem argumentado, aprendi com minha mãe a não aceitar as coisas sem saber o porque da decisão, mas quando não havia mais argumento, era hora de parar de questionar e aceitar.
Não quer comer? Ok! Seu prato ficará ali no forno, a hora que tiver com fome, vai lá e pega o que restou para comer... Com isso aprendi a gostar de arroz com feijão frio... Hehehe!
Ninguém ficava correndo atrás para enfiar comida goela baixo, (se bem que no início tentaram), como vemos muitas mães fazerem hoje em dia.
A grande mensagem que se pode deixar às mães nesse dia é: Não tenham medo de negar coisas a seus filhos, há que se aprender sobre a frustração, há que se dar o real valor às pequenas coisas, a banalização dos valores faz com que as crianças não aprendam mais a frustrarem-se e isso leva a querer cada vez emoções mais fortes e intensas, às quais as drogas parecem ser um ótimo subterfúgio...
Com isso eu só tenho a dizer:
Mãe! 
Muito obrigada por me ensinar a frustrar-me e a batalhar pelas coisas que eu desejo, sem esse grande valor eu não seria o que sou hoje, uma pessoa íntegra e feliz!
Te amo Dona Mirian!