Esse blog é uma verdadeira caixa de retalhos, escrevo tudo o que quero, lê quem quiser e comenta quem acha alguma coisa.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

O Amor da Sua Vida

Recebi do meu irmão Jean por e-mail e não pude deixar de copiar aqui, pela verdade que esse texto de autoria de Roberto Freire contém...

O AMOR DA SUA VIDA
  
Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não-fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão.

O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Costuma ser despertado mais pelas flechas do cupido que por uma ficha limpa.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco, você a levou para conhecer a sua mãe e ela foi de blusa transparente.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina o Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam.

Então? Então que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário, ele escuta Egberto Gismonti e Sivuca. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha.

Ele não tem a maior vocação para príncipe encantado, e ainda assim você não consegue despachá-lo. Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita de boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara? Não pergunte para mim.

Você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes de Woody Allen, dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem o seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo.

Com um currículo desse, criatura, por que diabo está sem um amor? Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim. Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos tem às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é.

Roberto Freire

segunda-feira, 21 de junho de 2010

E daí? Já arrumou trabalho?

Estou passando uma entressafra entre o ser estudante e o ser profissional, não gosto da nomenclatura "desempregada" embora seja a minha atual situação, prefiro dizer que estou à procura de trabalho, porque "desempregada" indica algo estático, uma conformidade com a situação, o que não é, nem de longe minha posição frente à minha situação atual.


Mas também não estou numa situação de desespero, ainda tenho uma "maridrocínio", mas também ele não é nenhum megarrico que pode me sustentar com folgas, longe disso.
O que mais tem me incomodado é a situação de que, estando formada em psicologia, as pessoas achem que não sirvo para trabalhar em outra posição, mesmo que seja em algo que eu já tenha trabalhado, parece que com o "status" de psicóloga, eu deixo de ser útil em qualquer outra posição que não seja essa...
Para quem está a procura de trabalho há algum tempo, como eu, já começa a cair na real que a colocação dos sonhos não está disponível nesse momento. Mas na realidade, eu não veria problema nenhum em começar em outra área de uma empresa e com o tempo ir conquistando outros espaços para quem sabe um dia poder ser chamada de psicóloga organizacional. Não tenho medo do trabalho...
Mas isso demanda uma grande mudança de paradigmas no pensamento mecânico onde, o formado precisa trabalhar na área em que se formou, muitas vezes não. 
Outro problema é a falta de qualificação para o mercado de trabalho na área organizacional da psicologia, no meu curso, tivemos apenas notícias de que isso existia, se eu não entrar como assistente de outra psicóloga, para aprender na prática o que vi na faculdade, jamais conseguirei chegar a um cargo onde possam me chamar de psicóloga...
E, o que mais me irrita é a pergunta das pessoas, a cada vez que me encontram:
- E daí? Já arrumou trabalho?

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Novos ares...

Adorei as novas possibilidades de layout, estava na hora do Blogger modernizar seu sistema de layout e dar mais opções à blogsfera de fazer as modificações. E como eu já estava cansada da cara do meu blog, resolvi aderir, talez isso me dê mais ânimo para escrever aqui nesse velho canal...
Atualmente minha diversão tem sido a Copa do Mundo, já que sou uma reles desocupada, não tenho nada melhor para fazer mesmo...
Quando eu tiver algo realmente importante para dizer, eu prometo que escrevo aqui =D