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sexta-feira, 26 de abril de 2013

Falta de comprometimento: como transformar isto?

Hoje pela manhã ao sair de casa passei pela situação citada no início do texto que reproduzo a seguir e que por acaso li e achei interessante compartilhar.

Imagem retirada da internet

Deixo claro que a autoria do texto abaixo NÃO É MINHA, ao final, segue o link da mesma.

Falta de comprometimento: como transformar isto? Autoria de Gustavo G. Boog

A falta de comprometimento se manifesta nos pequenos e grandes exemplos – nas minhas caminhadas matinais percebi de uns tempos para cá que há um número crescente de pessoas que adoram levar seus cães para passear, e que tomam seus cuidados com os dejetos caninos. Ter animais domésticos, em especial cães, é muito gostoso, mas as casas e apartamentos pequenos obrigam seus donos a levarem os bichos para suas caminhadas diárias. E, sem cuidados, os jardins, calçadas e ruas ficam perigosamente marcados com cocô de cachorro, muito desagradável de ser pisado. Agrada-me saber que as pessoas agora cuidam melhor de seus animais, contribuindo para que o ambiente seja mais limpo.

Isto é respeito pelos outros. Isto é comprometimento com o bem estar dos outros e com o meio ambiente.

Gosto de uma propaganda de automóvel, onde alguém descuidado joga lixo na rua e outro recolhe, não sem um olhar de reprovação. E é isto mesmo que precisa ser reforçado respeito pelo próximo, respeito pelo meio ambiente. Se o cocô de cachorro é uma metáfora do que ocorre em outros níveis da sociedade, cabem as perguntas...

  • o que estamos jogando de nosso lixo dentro dos limites das pessoas ao nosso redor?
  • quanta irritação, ofensas e humilhações lixo estamos jogando em cima dos outros?
  • o que estamos jogando de lixo nos rios, no ar ou em terrenos baldios? é tão mais fácil jogar entulho na rua que pagar uma remoção...?
  • o que nossa empresa empurra de produtos defeituosos para seus clientes?
  • o que está sendo causado de irritação com ineficazes serviços 0800 que deixam as pessoas por 40 minutos na espera?
 E a lista não acaba aí!

Nas empresas, a falta de comprometimento se manifesta, por exemplo, com não cumprir com o combinado numa reunião, com prazos acertados, com cláusulas contratuais, com normas e procedimentos. Quem está acostumado a cumprir aquilo que prometeu geralmente sofre com pessoas que não agem com igual empenho, pelos mais variados motivos. Tem gente que é meio desligada com prazo, que não se importa muito em cumprir uma data ou horário com o qual se comprometeu. Outros fazem isto de forma intencional. Nós vivemos numa sociedade de interdependências, e o não cumprimento de uma parte implica em atrasos no projeto inteiro ou em alguém ter que dar o sangue para assegurar o cumprimento de um prazo final comprometido. Isto custa muito dinheiro, pois gera muito desperdício de recursos e tempo, retrabalho, descoordenação, para nem falar dos desgastes emocionais desta situação.

As causas desta falta de comprometimento são muitas e escapam ao espaço deste artigo, mas com certeza a forma de perceber o mundo, os valores de consumismo desenfreado, a falta de envolvimento nos processos decisórios, entre outros, são fatores que estão definindo o nulo ou baixo comprometimento. Para transformar esta dificuldade num potencial, podemos resumir... se possível, não gere lixo. Mas, se gerar, cuide bem dele para que o próximo não fique prejudicado. Pense bem antes de assumir um compromisso; se assumir, cumpra.

O respeito ao próximo é a base de tudo.

Fonte do texto: http://ead2.fgv.br/ls5/centro_rec/docs/Falta_comprometimento_transformar.doc

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